Parem de explorar as nossas matas e assassinarem seus filhos!

O desmatamento é um crime bárbaro contra a humanidade!

Isso é uma vergonha dolorosa!

A Presidente Dilma e os governadores dos estados (em referencia), o IBAMA, Ministério do Meio Ambiente, Ministério da justiça Ministério do Desenvolvimento Agrário e tantos outros, deveriam ter vergonha dessa situação e tomar atitudes drásticas.

AmazôniaAté quando as autoridades brasileiras vão permitir que esses fatos continuem acontecendo?

O governo brasileiro só toma atitudes quando pressionado e a maior pressão no momento é o sangue desses ambientalistas que tentam a todo custo preservar nossas matas.

O Brasil virou uma terra de ninguém? Aqui se mata, esfola, entropia, rouba, suborna e fica tudo pacificamente diante de crimes contra a nação brasileira!

Quantas mães, famílias, filhos vão chorar pelos seus queridos que foram assassinados cruelmente por motivos de roubos, vinganças, traições e enriquecimento?

Onde vamos parar se não houver uma freada agressiva das autoridades e o forçamento do cumprimento das leis?

Já não basta nosso povo morrendo nas portas dos precários hospitais, crianças sem educação, idosos sendo maltratadas e torturadas, famílias inteiras sem ter a alimentação básica, um salário de merda para viver quando a inflação e os impostos roubam o pouco que nos sobras e as nossas mulheres sendo espancadas e mortas?

Já não basta o álcool, o fumo, e todas as outras drogas ilícitas que assolaram nosso país vitimando uma geração de todas as idades?

Agora temos que hastear nossa bandeira nacional e vê-la machada com o sangue dos ambientalistas assassinados cruelmente por ganância de madeireiros, fazendeiros, grilhões e estrangeiros que compram as terras e querem cada vez mais.

O desaparecimento de florestas no Brasil é causado por três fatores principais: a obtenção de solo para a agropecuária, a indústria madeireira, e a especulação imobiliária.

Isso ocorre por dois principais motivos: falta de consciência ambiental, e falta de fiscalização do governo sobre o cumprimento das leis.

(A LEI 9.605/1988 seção II, artigo 39 que diz: Cortar árvores em floresta considerada de preservação permanente, sem permissão de autoridades competentes, pena de detenção de 1 a 3 anos ou multa).

Primeiro foi a Mata Atlântica, depois a Floresta Amazônica, a sofrer com as derrubadas ilegais de árvores. Todos em busca de madeiras de lei como o mogno, ao ponto de madeireiras se instalarem na região amazônica para fazer a exploração ilegal.

O desmatamento ocorre nos quatro cantos do país. Além da derrubada predatória para fins econômicos, outras formas de atuação tem provocado o desmatamento. A derrubada de matas tem ocorrido também nas chamadas frentes agrícolas. Para aumentar a quantidade de áreas para a agricultura, muitos fazendeiros derrubam quilômetros de árvores para o plantio.

A consequência dos  desmatamentos (derrubada de matas) trazem inúmeros prejuízos ambientais. Perda de biodiversidade, degradação dos mananciais, Aterramento de rios e lagos, redução do regime de chuvas, redução da umidade relativa do ar, Aumento do efeito-estufa, comprometimento da qualidade da água, desertificação; Sem contar com os prejuízos sócio econômicos.

O assédio de madeireiras, culturas agrícolas, pecuária, especulação imobiliária, palmiteiros, queimadas e com uma técnica ultrapassada de secagem de fumo com lenha retirada da floresta é quem contribui com toda essa devastação criminal, ocasionando também as vidas de ambientalistas que lutam pela salvação de nossas matas, a ponto de suas vidas serem ceifadas.

José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, casal de ambientalistas, que lutavam contra a grilagem e o desmatamento na região sudeste do Pará, foi assassinado no dia 24/05. Os corpos tinham marcas de ferimentos a tiro e estava as margens de um lago, na área do assentamento a cerca de sete quilômetros do local onde o casal foi vítima de uma emboscada.

Em novembro, Silva disse em uma palestra que vivia “Com uma bala na cabeça” por denunciar madeireiros da região.

Não podemos esquecer-nos de Chico Mendes, que também foi assassinado no dia 22 de dezembro de 1988, na porta de sua casa.  Acreano, nascido no seringal Porto Rico, em Xapurí, se tornou seringueiro ainda criança, acompanhando seu pai. Foi líder sindical, participava das lutas dos seringueiros para impedir o desmatamento, organizou ações em defesa da posse da terra. Ganhou repercussão nacional e internacional com a proposta de “União dos Povos da Floresta” que buscava unir os interesses dos índios e seringueiros em defesa da floresta amazônica. Foi ganhador de vários prêmios.

Ainda, o assassinato do líder seringueiro João Batista, ocorrido no último dia 26 no Vale do Anari, em Rondônia (RO). Batista era presidente da Associação de Seringueiros do Vale do Anari (ASVA) e, segundo a Organização dos Seringueiros de Rondônia (OSR), vinha denunciando casos de grilagem e roubo de madeira e minérios nas terras da reserva extrativista Acariquara – área rica em madeira de lei nobre, cedro, ipê e manganês. Vizinhos e amigos do seringueiro afirmaram que ele recebia ameaças de morte.

Em outubro passado, outro seringueiro foi morto dentro da reserva. Carlos Góes morava havia mais de 25 anos na área e foi esfaqueado, supostamente por grileiros que tentavam comprar suas terras.

Há seis anos, a irmã Dorothy foi assassinada em função de seu trabalho junto às famílias assentadas na região e de seu Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Esperança, que procurava aliar a agricultura familiar à convivência com a Floresta Amazônica. De lá para cá, acusa a CPT, a situação tem se agravado em Anapu e em outras regiões da Amazônia, causando 18 mortes de trabalhadores no campo – somente no Pará – em 2010.

Também há desmatamento no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Até quando vamos ficar passivos sobre isso?

Vamos esperar que nosso país se torne uma Sodoma e Gomorra e nada faremos para deter ou conter toda a criminalidade e afins que vem tirando o nosso sossego e paz?

Até quando o Brasil vai chorar por seus filhos pátrios?

Até quando o Brasil será um país de povos sofridos?

 

 

 

Kika

About Kika

Meu nome já não importa, mais meu apelido é Kika. Sou carioca da gema, do signo de peixes. Já passei da idade dos sonhos. Por incrível que possa parecer, ainda não descobri a minha missão e no momento não estou fazendo questão. Amo a natureza e todos os seus habitantes. Gosto de ir ao cinema, ao teatro. Quase sempre escuto o bom Blues. Procuro sempre me manter ocupada, isso me faz esquecer os problemas e a solidão. Não gosto de situações aborrecidas e tediosas e muito menos ter que ser simpática quando não o quero ser e nunca me importo com o que falam de mim ou pensam ao meu respeito. Sou direta e nunca faço rodeios. Tenho vários defeitos e não faço questão de corrigi-los. Sou assim e pronto! Desejo que você goste da minha NAVE e qualquer contato é só deixar o seu recado que eu retorno. Muita paz a todos!

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