A vingança de Mrs. Smith (I)

Mr Harris Smith, um homem de muitas posses, dono de várias fazendas no Estado da Califórnia – EUA, sua maior riqueza vem da produção agropecuária. Mr Smith é casado com Maria do Socorro, uma Brasileira, nascida em Santana no estado da Bahia. Mr. Smith conheceu Socorro quando em viagem ao Brasil para uma feira agropecuária no Rio Grande do Sul, onde Maria do Socorro morava e trabalhava. Casaram-se e foram morar em Los Angeles, pois Socorro não gostou das fazendas o que a fazia lembrar-se da vida humilde no nordeste e já que seu marido tinha posses financeiras porque não morar em Los Angeles.

Do casal vieram três filhos: – Ryan, Andrew e Emily Louise.

Mr. Smith com o passar dos anos se tornou um homem muito ocupado, trabalhava de segunda a sexta feira até tarde em um luxuoso prédio comercial onde dois andares inteiros eram de sua propriedade. Mr Smith só tinha tempo para a família aos finais de semana.

Maria do Socorro cansou de cobrar atenção do marido já que a maior parte do tempo era ela quem cuidava do lar e dos três filhos que graças a Deus já estavam na faculdade. O marido dizia que tinha que trabalhar muito para sustentar a família e todo o luxo a que estavam acostumados.

Quando chegava sexta feira, Mr. Smith vinha triste para casa e essa tristeza permanecia por todo o final de semana. Nas reuniões com amigos, familiares, festas comemorativas e ate mesmo em passeios e viagens. Ficava depauperado, moribundo. Mas… Quando chegava segunda feira, Mr Smith já acordava bem disposto e saltitante para a felicidade de todos.

Quando Socorro perguntava o porquê da tristeza nos finais de semana ele argumentava que não gostava do sábado e nem do domingo, achava esses dias tristes já que eram dois dias que ele não podia contar o faturamento de suas vaquinhas e isso o deixava preocupado, já que não estava nas fazendas e também porque viera de origem pobre e era obrigado por sua mãe a trabalhar na lavoura nesses dias, enquanto seus amiguinhos e vizinhos ia passear no parque da cidade.

Maria do Socorro começou a ficar preocupada, pois essa tristeza profunda que abatia seu marido começou de uns tempos para cá. Achava que seria a idade, pois Mr. Smith já estava beirando cinqüenta e cinco anos. Essa mudança de humor começou a preocupar Maria do Socorro e pior que a preocupação, era o piscar de uma luz vermelha bem no fundo do seu interior.

Precisava ajudar o seu marido custe o que custar. Começou a indagar em surdina a infância de seu marido para seus sogros, Mr. Justin Smith e Mrs Emma e nada encontrou que pudesse justificar essa tristeza que ela chamava de sad weekend. Consultou o médico da família Dr. Edward Thompson que insinuou que pudesse ser da idade a tal famigerada andropausa. Maria do Socorro não caiu nessa e decidiu que faria algumas visitas surpresa para seu marido no escritório para ver se lá também ele estaria depressivo.

Quando apontou na recepção do suntuoso grupo empresarial, percebeu que talvez não estivesse vestida para tal visita. Dirigiu-se a bela recepcionista

–  Please Dr. Smith.

– A senhora marcou hora?

– Não preciso marcar hora para falar com meu marido.

Quando entrou na suntuosa sala, Mr. Smith levou um susto e exclamou;

– Mary!! What are you doing here at this hour? Did something happen?

– No! My Only concern is you.  Disparou Maria num sotaque meio abaianado.

Logo entrou uma secretária linda de tirar o fôlego, de belas pernas esquias e uma bunda de causar inveja na mulher melancia.

– Hello lady!

Dirigiu-se para a mesa de Mr. Smith e colocou vá rios papéis.

– What is that Elizabeth?

– São as minutas para assinar Sr. Smith.

Maria do Socorro percebeu o olhar furtivo de seu marido para o decote da linda secretária que desvendavam belos seios e logo depois o mesmo olhar para a bunda quando Elizabeth agradeceu e saiu da sala. A lâmpada vermelha começou a piscar mais forte no interior de Mrs Smith.

Mr. Smith não gostou muito da visita da esposa, falou qualquer coisa ao leu e tratou de despachar Maria do Socorro.

De volta à recepção, Maria do Socorro percebeu que era um lugar amplo com boa visão e sentou-se num sofá perto de uma pilastra e fingiu retocar a maquiagem e estar falando no celular. Notou que belas mulheres, bem vestidas e perfumadas trabalhavam naquele lugar e também o entra e sai de Elizabeth, a sala de seu marido.

Ao chegar a casa comentou o fato com sua filha Emily Louise. Emy – era assim que a chamavam, cogitou que o pai poderia estar tendo um caso com a secretária Elizabeth. Maria do Socorro também concordou com a filha a possibilidade, mais duvidou ao pensar na idade do marido.

– Será!!!! Minha filha, seu pai já esta com cinqüenta e cinco anos.

– E daí mamy… Essa é a idade do velho lobo querendo comer a Chapeuzinho Vermelho.

– Como anda o relacionamento de vocês?

Maria do Socorro não queria de forma nenhuma entrar nesses pormenores com a filha. Desconversou e ficou pensativa ao assunto. Resolveu ligar para a sua irmã, no interior da Bahia, Brasil (pois a mãe já havia falecido),

– Do Céu… Sou eu Socorro

– Ô Xente… Num é que você mesma bichinha.

Socorro tratou de explicar todo o assunto para a irmã que ficou de consultar um pai de santo, desses arretados da Bahia.

Com a demora no retorno da irmã, Maria do Socorro acordou bem cedinho, se arrumou e tirou o carro da garagem se posicionando de tal forma que pudesse ver quando o marido saísse com o seu possante. Seguiu então seu marido que deveria se dirigir para o escritório. Notou que ele fazia um caminho, contrario a Empresa.

Mr Smith que não desconfiava de nada parou em uma esquina onde deu uma carona para nada mais nada menos que a bela secretária Elizabeth, que se mostrou muito íntima de Mr Smith se dirigindo então para o escritório.

Maria do Socorro sentiu o sangue baiano ferver e as narinas se dilatarem como as narinas dos bois da fazenda após um dia de trabalho. Deu três voltas ao quarteirão até que pudesse estacionar o carro num lugar de boa visão para a portaria do prédio empresarial. Ficou ali amargurada, chorando com um ódio mortal de Elizabeth. Ao mesmo tempo pensa que pudesse ser só uma carona sem intenção nenhuma, já que Elizabeth era uma subalterna de seu marido.

Ficou ali parada por quatro horas e quando venceu o cansaço e a razão resolveu ir embora. Mal ligou o carro avistou o garagista estacionando o possante de seu marido a porta da empresa. Mr Smith agradeceu ao garagista e fincou pé no acelerador cantando os pneus. Maria do Socorro disparou atrás dele quase atropelando uma velha no meio do caminho. Mr Smith muito feliz partia para a sua colheita vespertina. Parou o carro em frente a um restaurante caro e foi logo reconhecido pelo garagista que sumiu com o seu carro. Mr. Smith ajeitou a gravata, os cabelos e entrou no restaurante. Alguns minutos depois chegava Elizabeth no alto de seus vinte e poucos anos. Maria do Socorro compreendeu então que ali havia caroço no seu vatapá. Estacionou o carro em uma rua próxima e veio caminhando a pé até o restaurante. Tomou cuidado de espiar pela porta de vidro e notou seu marido com Elizabeth, sentados numa mesa de canto bem discreta. Tratou de se acomodar numa mesa oposta a de seu marido e que tivesse boa visão do casal, sem, no entanto chamar a atenção.

Mr Smith estava muito alegre, sorria e tinha um brilho especial no olhar. Elizabeth fazia charme e falava o tempo todo, mantendo a atenção de Mr. Smith.

Maria do Socorro bufava de raiva e tinha vontade de ir até eles e fazer um escândalo daqueles. Ao mesmo tempo se segurava para ver até onde ia aquela pouca vergonha, já que seu marido e Elizabeth apenas almoçavam juntos, não caracterizando nenhuma traição explícita.

Após duas horas Mr. Smith pagou a conta e saíram do restaurante obrigando Maria do Socorro a se abaixar fingindo ter caído o guardanapo. Pela vidraça ficou olhando os dois parados na calçado enquanto traziam os respectivos carros.

Logo foi interrompida pelo garçom que queria saber se Maria do Socorro queria mais uma cerveja canadense. Socorro aceitou mais uma cerveja e indagou do garçom se conhecia aquele casal, já que ela achava que os conhecia.

– Oh yes ma’am … Mr. Smith and Mrs. Elizabeth. They come almost every day here, He’s a great businessman. (Oh sim senhora… Sr Smith e senhora Elizabeth. Eles vêm quase todos os dias aqui, Ele é um grande empresário).

– Senhora Elizabeth? Então ele a apresenta como esposa? Pensou Maria do Socorro.

Descobriu pelo garçom que eles sempre almoçavam e até jantavam ali e que o Sr. Smith morava num condomínio de luxo num bairro de classe alta, pois vez ou outra eles pediam comida e bebidas no restaurante.

Maria do Socorro disse ao garçom que era editora de uma revista famosa e que gostaria de ter um furo de reportagem. Abriu a bolsa mostrou um naco de dólares e perguntou ao garçom se ele poderia ajudá-la. O garçom cresceu os olhos no dinheiro e discretamente aceitou a propina, entregando o endereço de Mr. Smith e Mrs Elizabeth.

Maria do Socorro tirou o celular da bolsa e ligou para o escritório para certifica-se que os pombinhos já haviam chegado ao trabalho. Partiu então, para o endereço citado pelo garçom. Sondou o ambiente e percebeu que era um apart. Hotel. Um flat, propriamente dito e também que não se fazia necessário se dirigir ao serviço de portaria. Deu meia volta, pegou seu carro e voltou para casa. Tomou banho e sentou-se em sua poltrona favorita e ficou ali a divagar, sabendo que já havia descoberto o motivo da tristeza (sad weekend) de seu marido.

Sua empregada, uma imigrante brasileira ilegal veio a ter com sua patroa lhe trazendo todos os recados. Mrs Smith despachou a empregada pedindo que antes ela lhe trouxesse um uísque duplo. Ficou ali pensando até à hora do jantar. Conversou naturalmente com seus filhos, deu ordens à criadagem para o dia seguinte e recolheu-se aos seus aposentos. Mr. Smith chegou bem tarde já beirando a meia noite. Socorro fingiu dormir e planejou o que deveria fazer, já que ela teria que ter certeza que seu marido a estava traindo.

Após seu marido começar a roncar levantou-se pé ante pé, pegou o celular do marido não encontrando nada que pudesse desabonar a sua conduta. Notou o molhe de chaves e apesar da hora vestiu-se e procurou um chaveiro 24h fazendo cópia de todas as chaves que ali se encontravam. Ao voltar para casa colocou no mesmo lugar o chaveiro certificando-se que ninguém a havia visto sair. Aguardou em claro o dia amanhecer. Esperou seu marido sair para o trabalho, ligou para o garçom pediu para ele avisá-la quando o casal chegasse para o almoço, prometendo passar lá depois para recompensá-lo. Ligou para o escritório para também certificar-se que os dois estariam lá, trabalhando. Vestiu um disfarce colocando uma peruca ruiva de cabelos longos, uma calça comprida, um sobretudo e um enorme lenço na cabeça que caia por seus ombros.Partiu para o endereço do apart. hotel. Dirigindo-se para os elevadores, subiu até o 10º andar, parou frente ao apartamento 1002 tirou as luvas da bolsa e as calçou pegou as cópias das chaves da bolsa e foi tentando uma por uma até que a porta se abriu.

O apartamento era pequeno e seu interior muito bem decorado e confortável. Examinou toda a sala notando na mesinha de centro um porta retrato com a foto de seu marido e Elizabeth abraçados. Mais uma vez o sangue ferveu em suas veias. Dirigiu-se ao quarto igualmente confortável e bem decorado observou uma foto maior de seu marido na mesinha de cabeceira. Abriu o armário onde havia roupas masculinas que supostamente seria de seu marido mais que ela não as conhecia. Cheirou e sentiu o odor do perfume de seu marido. Não havia dúvida, ele havia vestido aquelas roupas. Descobriu no banheiro em cima do aparador da pia um vidro de perfume e um creme de barbear, da marca que seu marido usava. Já não tinha mais dúvidas. Seu marido estava tendo um caso com Elizabeth sabe Deus desde quando. Voltou ao quarto e abriu a cômoda onde revirando as gavetas, encontrou uma caixa que aparentemente seria um porta jóias. Estava trancado e teria que procurar a chave. Nesse momento o garçom ligou dizendo que o casal chegara para o almoço. Maria do Socorro percebeu que não teria muito tempo para procurar a tal chave da caixa, colocou a caixa na bolsa e saiu do apartamento tomando o cuidado de não se mostrar muito para as câmeras de vigilância.

Ao chegar ao carro tirou o disfarce e se dirigiu para casa. Subiu as escadas para o seu quarto sem dar muita confiança para a empregada que dizia qualquer coisa em português. Fechou a porta, pegou ferramentas e arrombou o porta jóias. Havia belas e preciosas jóias. Brincos colares, anéis, broches e até um par de alianças gravado com os respectivos nomes de ambos. Socorro lembrou-se do garçom dizendo Mr e Mrs Smith. Então eles usavam essas alianças quando saiam. Veio em sua memória às viagens a trabalho que seu marido fizera as reuniões que varavam noites a fora e o descontentamento quando seu filho Andrew demonstrou interesse em trabalhar nas empresas e a falta de apetite sexual de seu marido quando ela o procurava.

Logo veio o pensamento que Elizabeth poderia dar falta da caixa. O que faria? Será que iriam desconfia dela. Escondeu as jóias em seu closet de forma que não fossem encontradas, junto com as cópias das chaves. Tomou um banho demorado e procurou se acalmar.

O garçom ficou sondando o casal para ter o que apresentar a Mrs Mary para talvez ganhar mais uma recompensa polpuda. Atento, escutou quando Elizabeth disse ter curiosidade de conhecer a casa da família dele e quem sabe fazer amor na cama do casal. Mr Smith não via tal possibilidade, arrancando um suspiro de desagrado de Elizabeth. O garçom não entendeu muito o tal pedido mais achou que seria uma boa informação a Mrs Mary.

Logo o final de semana chegaria e junto seu marido moribundo de tristeza. A tristeza era por esta longe de Elizabeth. Ligou para sua irmã na Bahia e pediu que ela telefona-se para a sua casa, indicando algum problema que se precisa de Maria do Socorro junto à família brasileira.

Maria do Céu então falou das chuvas que estavam castigando os estados brasileiros, inventou que sua casa havia caído e que junto alguns mortos e feridos. O marido Smith pensando na possibilidade de se livrar da esposa deu maior força para que Mary partisse imediatamente para o Brasil a fim de ajudar e confortar sua irmã. Agora, Maria do Socorro precisava tirar os filhos de casa também. Ofereceu uma viagem a Europa para seus dois filhos que aceitaram muito bem. Deu férias a empregada e mandou Emy para a casa dos tios paternos, pois a menina não gostava do Brasil, deixando a casa livre, talvez, para seu marido e Elizabeth.

Dirigiu até o outro lado da cidade onde ela conhecia um conterrâneo mau caráter que havia se envolvido com drogas e estava sendo procurado pela polícia americana. Ele havia procurado Maria do Socorro, algum tempo atrás pedindo grana para voltar para o Brasil antes que os homens da lei americana pudessem grampeá-lo. Em troca de muita grana Mrs Smith pediu que Severo (de Severino) conseguisse para ela uma boa porção de arsênico. Sim! Ela iria matar o marido traidor… Limparia sua honra, sua integridade.

Pediu ao marido que providenciasse as passagens, dela para o Brasil e dos meninos para a Europa. Mr. Smith, claro! Pediu à secretária que providencia tudo inclusive o transmite com o passa port.

Na noite anterior a viagem, Maria do Socorro arrumou uma pequena mala de mão tomando muito cuidado de colocar a caixa de jóias de Elizabeth, as chaves do apart hotel, a peruca e as luvas. Ajeitou a casa, pediu o jantar num restaurante próximo, já que seu marido chegara cedo àquela noite. Mr. Smith aparentemente mostrou preocupação com a desgraça da cunhada, carinhosamente se desculpou por não poder ir junto devido aos negócios e afirmando que Maria do Socorro demorasse o tempo que fosse necessário e que não economizasse. Qualquer coisa era só ligar que ele enviaria a quantia que fosse necessária. Maria do Socorro também fingindo beijou seu marido agradecendo pela generosidade e compreensão junto ao tal fato familiar. Deu um longo abraçado em seu marido, aproveitou para agradecer por tudo que ele havia feito por ela esses anos todos, pelo companheiro maravilhoso que ele era pelos filhos e por todos os momentos felizes.

Quando seu marido caiu no sono e começou a roncar, Maria do Socorro levantou-se silenciosamente, pegou a garrafa de Scotch Whisky 12years colocou o arsênico, tomou o cuidado de dissolver bem e foi dormir, pois teria que acordar bem cedinho para pegar o vôo para o Brasil.

Incrivelmente Mr. Smith acordou bem humorado, feliz e por mais que tentasse esconder a tal felicidade Maria do Socorro percebia.

– Mary do good trip and everything goes well in Brazil anything call me.

(Maria faça boa viagem e que tudo corra bem no Brasil qualquer coisa me ligue).

– Ok meu marido. Fique também com Deus e eu te telefono. Comporta-se, alimente-se bem e aproveite para fumar aquele teu charuto horrível e tomar o seu uísque, já que não estarei em casa para implicar com você. Mr. Smith sorriu beijou rapidamente sua esposa e se despediriam.

Já acomodada na primeira classe, Maria do Socorro começou a chorar. Um misto de arrependimento e ódio invadiam seu coração. Pensou em como o marido ficara feliz com a partida dela sem ao menos se comover com a suposta desgraça da irmã.

(Cont. no próximo Post)

Kika

About Kika

Meu nome já não importa, mais meu apelido é Kika. Sou carioca da gema, do signo de peixes. Já passei da idade dos sonhos. Por incrível que possa parecer, ainda não descobri a minha missão e no momento não estou fazendo questão. Amo a natureza e todos os seus habitantes. Gosto de ir ao cinema, ao teatro. Quase sempre escuto o bom Blues. Procuro sempre me manter ocupada, isso me faz esquecer os problemas e a solidão. Não gosto de situações aborrecidas e tediosas e muito menos ter que ser simpática quando não o quero ser e nunca me importo com o que falam de mim ou pensam ao meu respeito. Sou direta e nunca faço rodeios. Tenho vários defeitos e não faço questão de corrigi-los. Sou assim e pronto! Desejo que você goste da minha NAVE e qualquer contato é só deixar o seu recado que eu retorno. Muita paz a todos!

One thought on “A vingança de Mrs. Smith (I)

  1. miriangela

    Quando me encontrar com voce, vou te matar, por causa desses to be continued lí super rapido para ver o final e olha aí .
    Amei as materias, mas depois me conta o que vc. arrumou com esse mau estar, estava tão bem quando nos falamos, me dê notícias por e-mail.Beijos.

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